Toda separação por mais necessária que seja dói, porque ainda é uma separação.
Já dizia meu sábio pai.
Ele se foi de mim e nem me permitiu dizer adeus. Fiquei com cara de tonta e voltei pra minha situação de amiga, companheira, a que entende a que sempre vai estar ali pra apoiar, ceder um ombro amigo ou coisas mais. Sendo obrigada a sorrir, levantar a cabeça, enxugar as lágrimas e dizer que está tudo bem! Seja feliz!
Eu amo tanto, e ele? Ele a ama?
Volto a me sentir só, mas dessa vez não mais “a enganada” é como se meu sentimento não fosse suficiente. Como se as noites de amor fossem passa-tempo, como se tudo que dividimos todos esses anos fosse só por ser. Ele ainda vem com aquele papo de que nem sabe por que voltou ou que voltou, mas vai acabar já já. Há uns dois anos atrás eu me permitiria acreditar nisso. Hoje? Nem me permito sonhar com essa possibilidade.
Toda vez que ele se vai mata com um pouco do meu amor. Eu já morri centenas de vezes e ele continua... A mesma coisa, mais de seis, sete vezes? Quantas mais? Desisti e nem sei bem de que eu desisti. Só quero deixar pra trás. Fingir que estou bem sem ele e que vai ser melhor assim.
“We only say goodbye with words. I died a hundred times!
You go back to her and I go back to black”.
sábado, 14 de março de 2009
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